Você acha que seu doiagnóstico foi demorado?

Essa é apenas uma história de paciente diagnosticado na década de 1960. Sabemos que existem dezenas de milhares no Brasil.
Lidia Costa, hoje com 64 anos, foi diagnosticada ainda criança.
“Eu recebia meu irmão em casa erguendo os bracinhos. Teve um dia que ele me chamou e eu não consegui levantar e chorava muito.
Foi aí que meus pais começaram a se preocupar”, conta.
Foram quatro anos de buscas médicas até que Lidia recebesse o diagnóstico inicial de miastenia autoimune. “No final das contas, eu não tinha a miastenia autoimune, mas sim a congênita. Tanto que o tratamento imposto na época não funcionava em mim, e ainda nem havia o SUS”, relembra.
Leia a matéria na íntegra: Diagnóstico de doença rara leva até 7 anos de espera no Brasil