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Sabemos até agora que a maioria dos casos da doença do novo coronavírus (COVID-19) é leve e passível de controle apenas com medicações sintomáticas, como casos leves de gripe e resfriados. Com dados coletados até hoje (04/04/20), sabemos que 80 a 85% dos casos são leves e não necessitam hospitalização, devendo permanecer em isolamento respiratório domiciliar; 15% necessitam internamento hospitalar e menos de 5% precisam de suporte intensivo (de UTI/UCI/CTI).

Líderes de opinião sensatos e os especialistas competentes da área nos alertam para ficarmos atentos, mas não ansiosos, muito menos em pânico.

Conforme solicitação, abaixo transcrevemos importante informação:

Esse vídeo é longo, porém bastante educativo e didático sobre o coronavírus.
O Dr. Acary é neurologista e professor da Unifesp, referência mundial em doenças neuromusculares.
Ele ama compartilhar informações de maneira sensata e bem simples, para que qualquer público possa entender.
Vale a pena assistir!

Neste vídeo, o Dr. Eduardo Estephan, médico especialista em doenças neuromusculares e diretor científico da Abrami, esclarece e dá as principais orientações específicas para pessoas com miastenia em relação ao Coronavírus Covid-19.

Orientações sobre COVID-19 para pacientes com DOENÇAS NEUROMUSCULARES. Não há motivo para pânico, mas não há espaço para negligência. São doenças neuromusculares as doenças do neurônio motor, as neuropatias, as síndromes miastênicas e as miopatias e distrofias. Pacientes com formas leves e bem controladas devem realizar as medidas preventivas recomendadas para toda população. Pacientes com maior risco devem seguir algumas recomendações a mais, segundo as associações europeias e americanas (das poucas que se posicionaram a respeito).

Diagnóstico é uma das barreiras enfrentadas pelos pacientes que serão lembrados neste 29 de fevereiro, Dia Mundial das Doenças Raras

Imagine se toda a população da cidade de São Paulo fosse composta apenas por pessoas que sofrem de doenças raras. Isso seria realidade caso os 13 milhões de brasileiros acometidos por doenças raras morassem na capital paulista, segundo pesquisa da Interfarma.